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O P2P é a melhor forma para um grupo de pessoas compartilhar seus interesses em comum e no caso do GibiHQ!, estamos falando de quadrinhos. Não apenas trocamos quadrinhos entre nossos membros, mas preservamos nossas coleções digitalmente.
A própria indústria norte-americana de quadrinhos não considera pirataria o fato de um pequeno grupo de colecionadores ter suas revistas em formato digital. Lembre-se que antes da popularização da internet, você comprava um LP ou CD, fazia cópias para seus amigos em fitas cassete e isso não era considerado crime. Você podia criar suas própria seleção musical, gravando músicas de diferentes àlbuns e isso não descarecterizava o produto original. Gravar músicas de rádios nunca foi crime e o alcance é enorme. Agora temos a indústrias do ramo de tecnologia / entretenimento disponibilizando e incentivando a compra de produtos que nasceram e se popularizaram através de uma tal de "pirataria": os mais populares e modernos produtos são MP3 Players portáveis e DVDs que lêem DivX. Material amplamente conhecido por sua característica "pirata". Será que as autoridades vão querer nos convencer que transformar um DVD em DivX, ou ripar um CD em MP3 é tão usual, tão fácil que qualquer usuário de computador pode fazê-lo com o intuito de "preservar uma cópia de segurança do seu bem" ? Claro que não! E as Universidades e Faculdades de todo o país de descaradamente fazem fotocópias de obras inteiras para seus alunos têm um caráter mais autruísta e por isso estão acima da lei ? Diante do exposto e dentro das minhas convicções, não fazemos nada de errado que venha a prejudicar qualquer interesse de pessoas e/ou empresas. Por isso, enquanto colecionadores e utilizadores de tecnologia disponível e gratuita, somos partidários e adeptos do eMule, um programa com características de P2P e open source. Hoje em dia não existe um posicionamento claro das autoridades quanto ao que é pirataria digital no Brasil. Como colecionadores de quadrinhos e utilizadores de internet e tecnologia digital, levantamos o caso, apoiamos o debate e exigimos uma definição de forma clara, com ampla divulgação por parte de autoridades, indústria e governo federal. Leia mais em Esclarecimentos, aqui mesmo no portal para mais informações. |